sábado, 28 de abril de 2012

Lenda Urbana: Aconteceu em Capelinha, O causo da mulher gigante

Carminha Pimenta via Blog do Banu
      Há muitos anos, em uma noite, quando a lua iluminava as ruas desertas de Capelinha, uma viúva andava com suas três filhas adolescentes, voltando de uma visita a um doente. Ia em direção à sua casa que ficava na rua Dr Juscelino Barbosa, defronte onde é hoje o Salão Paroquial.
     Quase meia noite!
     Andavam apressadas, pois já era muito tarde. O ar penetrante e frio e a noite silenciosa. Corujas piavam de longe, lá pelas bandas da Várzea. As mulheres iam

bem juntas e, no meio da noite, ouvia-se o toc...toc...toc...dos seus sapatos de encontro às pedras do caminho.
     Aproximavam-se da casa onde moravam. Passavam agora diante de um rua bem estreita e sombrada pelas árvores que se balançavam ao sopro gelado do vento. Ao lado, ficava uma casa antiga, hoje construída, vem no encontro da rua Capitão Clementino com a rua Dr Juscelino Barbosa.
     Noite alta!
     De repente: chep...chep...chep...
     Que barulho seria aquele? Nossa! Junto à casa antiga estava o vulto de uma mulher enorme, de aproximadamente três metros de altura, saia até os pés,  lenço branco na cabeça, braços cruzados sobre o peito. Andava vagarosamente. Tomou a direção do beco e agora passava pelas árvores. As mulheres, pasmadas de medo, perderam a voz.
     O mundo, por alguns breves minutos, transformou-se. Agarravam-se umas às outras e, com espanto, trêmulas, mostravam para o vulto, que desaparecia na imensidão da noite.
     Quem seria e de onde teria saído aquela mulher gigante, que vagava noite adentro e enchera de terror viúva e filhas?
     PS.: A viúva era dona Agripina Lopes, minha avó, e as companheiras, suas filhas Lisbela, Maria Flor de Maio e Lourdes, minha mãe.
Carminha Pimenta é professora em Capelinha, Alto Jequitinhonha, no nordeste de Minas.

9 comentários:

Anônimo disse...

aposto que esta mulher, é do bairro APARECIDA. Lá tem cada figura.

Gilda Santos disse...

Adorei... não conhecia esse lado de D. carminha, contadora de causo, adoro ouvir causos. Contação de história foi tema de um projeto que desenvolvi com meus alunos, aqui em Capelinha. Curto muito esses tipos de causos.
Gilda Santos

Anônimo disse...

é a vina

Anônimo disse...

do aparecida nao ne jente,.ela sail la da boate chol luz ,la e que tem umas figura sinistra.

Anônimo disse...

É a Geralda Cataquese gente, ô povo sem noção.

Anônimo disse...

isso parece um conto mas arrepia au ler nao queria tar na pele desas tres mulheres

Anônimo disse...

Quando minha mãe éra criança, ela e seu irmão voltavam de uma venda, (mercearia). Eles presenciaram a aparição de uma mulher com um vestido longo muito bonita. Ela estava bem longe deles mas a medida que ia se aproximando, parecia que ela ficava maior. Quando perceberam que ela se movia sem tocar os pes no chão. A mulher tinha serca de 7m de altura e pronunciava algo a eles.
porem eles começaram a correr e não entenderam nada. Minha mãe perdeu o chineli na fuga. Ela não gosta de falar sobre o assunto. Ficou um pouci traumatizada. Sei q foi no estado do Parana, mas não sei a sidade.

Francelle Fernandes disse...

Vou averiguar os já que sempre passo perto do local desiguinado

Francelle Fernandes disse...

Vou averiguar os já que sempre passo perto do local desiguinado

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