quarta-feira, 6 de junho de 2012

Capelinha MG: Meio Ambiente será tema de vários eventos durante a semana

1º Fórum de Ações Pontuais em Favor do Meio Ambiente - Blog RegisCap1
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Junho é o mês dedicado ao Meio Ambiente e torna-se automático os acontecimentos referentes ao tema. É necessário que práticas coletivas em prol do Meio Ambiente sejam cotidianas.

O ProJovem Adolescente, Casa da Cultura, ARPA e parceiros, começaram nesta terça-feira 05-06 as mobilizações da semana do meio ambiente com o “1º Fórum de Ações Pontuais em Favor do Meio Ambiente”, estiveram presentes no fórum autoridades e representantes de estudantes, escolas e comerciantes. No final do evento foi apresentado o Espetáculo “O Fim do Mundo”, com a produção do Grupo Jequi Teatro ProJovem.
Confira a programação e descubra uma forma de ajudar a melhorar o Ambiente em que vivemos:
05 a 10 de Junho: Curso de Jardinagem e Sustentabilidade;
Dia 08 de Junho: Show Ecológico na Sexta Cultural;
Dia 09 de Junho de 09 às 12 horas: Mobilização no Mercado Municipal;
Dia 10 de Junhos de 13 às 17 horas: Digital Ecológica na Praça do Povo com rua de lazer (SESI), stands informáticos, Gincana Ecológica e a partir das 18 show “Campeonato Municipal 2012” com Pagode Chama-Nóis.

Um comentário:

Anônimo disse...

Caloteiros vão às urnas
Eles foram condenados em 2011 por desviar R$ 1,41 bilhão dos cofres da União e ainda assim podem se tornar aptos a disputar cargos nas eleições de outubro. Com a contabilidade reprovada pelo Tribunal de Contas da União (TCU), 2.671 gestores em todo o país – entre prefeitos, vereadores, governadores, deputados, secretários e diretores de órgãos públicos – foram também multados em R$ 43 milhões. Pela Lei da Ficha Limpa eles estariam inelegíveis por um período de oito anos. No entanto, podem se beneficiar de um projeto em tramitação na Câmara dos Deputados. Apresentado há pouco mais de um ano pelo deputado Silvio Costa (PTB-PE), o Projeto de Lei Complementar 14/11 revoga artigo da Lei da Ficha Limpa e torna inelegível apenas aquele gestor que tiver as contas reprovadas em sentença definitiva da Justiça. Pela legislação atual, basta que as contas sejam rejeitadas pelo TCU ou Tribunal de Contas do Estado (TCE) por irregularidade insanável, o que caracteriza ato de improbidade administrativa. Ou seja, a norma não exige manifestação da Justiça. Na justificativa do projeto, o primeiro argumento usado pelo deputado Silvio Costa é justamente que os tribunais de contas não são instâncias do Judiciário. Para o coordenador do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) e um dos idealizadores do projeto que culminou na Lei da Ficha Limpa, juiz Márlon Reis, a tentativa de alterar a legislação é uma "afronta" ao 1,6 milhão de brasileiros que participaram do abaixo-assinado para apresentação do projeto popular retirando da disputa eleitoral os maus políticos. "O que querem é abrandar a lei e beneficiar os condenados. Além disso, estão quebrando a autonomia entre os poderes, obrigando o Judiciário a se manifestar sobre uma reprovação de contas".

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