terça-feira, 21 de agosto de 2012

TSE abre campanha pelo voto em candidatos ficha limpa e sugere que eleitores pesquisem o passado dos candidatos

Eleições 2012 - voto limpo
TSE abre campanha pelo voto em candidatos ficha limpa 
Com o mote “Valorize seu voto, vote pela sua cidade, vote limpo”, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) dá início nesta terça-feira (21) à campanha Voto Limpo, que será veiculada no rádio e na televisão. A iniciativa busca incentivar a participação dos eleitores no pleito de outubro, ressaltando a importância da liberdade de escolha do eleitor para votar em candidatos ficha limpa.
A campanha é composta por cinco filmetes e cinco spots de rádio, de 30 segundos cada, cujas mensagens destacam a validade da Lei Complementar nº 135/2010, a chamada Lei da Ficha Limpa, para as eleições municipais deste ano. De iniciativa popular, a norma foi sancionada no dia 4 de junho de 2010 após a coleta de mais de um milhão de assinaturas de eleitores de todo o país.

Ao contrário das eleições anteriores, este ano a campanha de esclarecimento do eleitor ficará concentrada nos 45 dias que antecedem o primeiro turno da eleição. A decisão de concentrar a campanha no mesmo período em que acontece a campanha dos candidatos foi da presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, baseada em pesquisa realizada a pedido do Tribunalna qual foi constatado que os eleitores tinham dificuldade em se lembrar das campanhas anteriores que eram iniciadas 60 dias antes do pleito.
A escolha do tema Voto Limpo também é resultado da pesquisa que apontou que, embora de iniciativa popular, a Lei da Ficha Limpa ainda é pouco conhecida pelos eleitores. “A pesquisa apontou que o eleitor quer o candidato ficha limpa, mas não sabe exatamente o que é o voto limpo. Daí a nossa escolha pelo tema da campanha”, esclarece a ministra.   
Os filmetes e spots alertam os eleitores para a importância de se pesquisar o passado dos políticos e conhecer as propostas de cada um deles, reforçando os objetivos da Lei da Ficha Limpa e valorizando, assim, os candidatos bem-intencionados. As mensagens da campanha ainda incentivam a participação no pleito de eleitores de todas as idades, inclusive os entre 16 e 17 anos e os com mais de 70 anos, para os quais o voto é facultativo.
A campanha vai ao ar até o dia 4 de outubro e, nas localidades onde haverá segundo turno será retomada logo após o anúncio do resultado do primeiro turno, devendo ser encerrada no dia 26.
As peças da campanha poderão ser acessadas a partir desta terça-feira (21) no Portal do TSE, na página da campanha Voto Limpo.

LC/JR

3 comentários:

Paulo Afonso disse...

Matéria publicada no jornal EM 22/08/12. Proposta de Emenda a Constituição (PEC) extingue a remuneração a parlamentares de cidades com até 50 mil habitantes. De autoria do senador Cyro Miranda (PSDB-GO), a PEC 35/2012 quer acabar com a remuneração do vereadores dessas cidades, que representa 92,3% das cidades mineiras. E ainda quer reduzir o repasse de 7% das receitas do município para 3,5%. Será que haverá candidatos como o que ocorre hoje? Pra o senador não faz sentido, cidade pequenas, com pouca arrecadação, terem de desembolsar quantias elevadas para bancar legislativos municipais, que se reúnem, na maioria das vezes, uma vez por semana. E ai caro eleitor será que certos candidatos, tidos “bem sucedidos” estariam candidatando.
Esse sim é outro projeto que moraliza a política brasileira, como o ficha limpa, e enquadra-se, ao meu ver, como justiça a distribuição de renda.
A PEC 35/2012 ainda tem uma “muralha da china” a ser vencida, pois está só no inicio e, precisará de todo apoio da população e creio que isso ira acontece nas redes sociais. Estou dando meu primeiro passo para isto. Compartilhe você também esta informação.
Não sou a favor de que os vereadores seja um voluntário, mas que receba apenas um salário mínimo, como “bolsa”. “Sem remuneração, os vereadores vão ser pessoas comprometidas com a ética, o interesse público e o desenvolvimento de sua cidade”, relata o Senador Cyro Miranda.

Anônimo disse...

Acho essa questão muito interessante.
Porém sugeriria que essa bolsa fosse paga de acordo com o orçamento familiar do vereador ou seja um valor necessário para pagar despezas da sua família, porque assim ele poderia ter dedicação exclusiva `a causa do povo. Quanto ao repasse, esse se daria conforme necessário.

Anônimo disse...

Acho essa questão muito interessante.
Porém sugeriria que essa bolsa fosse paga de acordo com o orçamento familiar do vereador ou seja um valor necessário para pagar despezas da sua família, porque assim ele poderia ter dedicação exclusiva `a causa do povo. Quanto ao repasse, esse se daria conforme necessário.

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