sábado, 10 de novembro de 2012

A publicidade Cresceu!!!


Lourival Brito

Agora não basta comunicar, é preciso marcar um estilo. Houve um tempo (tão distante que talvez o leitor nem se lembre), em que o importante era comunicar, “empurrar” um texto sobre o ouvinte.

Algumas empresas grandes buscaram entender o espírito desta arte. Quais os fatores poderiam interferir na opinião do público alvo? Foi aí que o “pai” da publicidade, Benjamim Franklin, resolveu encarar o assunto a partir da ótica do consumidor. Desde então alguns fatores como sons, imagens e cores tornaram-se, de fato, importantes, pois entendeu-se que estes itens agregados à propaganda podem provocar sensações e interferir na receptividade do cliente para com o produto que ora se divulga.

A partir daí passaram a associar estes itens às suas marcas e produtos; a Kolynos, marca de creme dental multe nacional,  para ganhar mercado no Brasil,  adotou uma embalagem AMARELA, com o nome da marca em VERDE. Isto associado à imagem de pessoas lindas ( de bocas, dentes e sorrisos perfeitos)  em um cenário refrescante com muita água e a sua música tema.

A COCACOLA tem uma personalização ímpar; não pelo  vermelho do rótulo,  que contrasta com o líquido negro, ou com a  logomarca branca, mas, sim, pela escrita exclusiva da marca e a famosa “Garrafa Contour”, embalagem de vidro que é uma celebridade até hoje, por simbolizar a autenticidade da marca. Com o seu formato mundialmente identificado, ela cabe perfeitamente na mão e faz um som único quando se abre. A idéia era criar uma garrafa única e especial, que pudesse ser instantaneamente reconhecida, até mesmo no escuro. Foi apelidada de “Mae West”, famosa atriz de cinema, conhecida na época por sua sensualidade e curvas insinuantes. A garrafa passou a ser protegida pela Lei de Direitos Comuns como um símbolo de identificação da marca.

Hollywood e Marlboro, dentre outras marcas de
cigarros, fizeram muito sucesso com publicidades que associavam suas marcas a pessoas famosas fumando, em cenas de aventura, com músicas do momento.
O maior “barato” é que é tradicional utilizar imagens de mulheres (bonitas, sempre; sensuais, quando vem ao caso), crianças e animais de estimação, quando há espaço colocam nas publicidades  homens famosos, bonitos ou famosos bonitos e, se necessário, anônimos.
 A última evolução nesse mercado é a temática humorística e, pelo que tudo indica, este método veio para ficar. Está mais interessante assistir aos intervalos comerciais do que aos programas oficiais do horário nobre da TV.  

Eu sou LouBrito e Quero estar Vivo Para Contar a História!!!

links de propagandas interessantes:

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