quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Horário de verão chega ao fim

O horário de verão acaba neste final de semana, iniciativa que favorece a economia de energia no país, mas pouco impacto causa no bolso do consumidor. Esta percepção aumenta quando a troca de tecnologia reflete na redução do consumo mensal de energia. Tirar uma lâmpada incandescente e colocar a fluorescente compacta em seu lugar pode representar uma redução no consumo de energia de até cinco vezes, com uma economia mensal na conta de luz de R$ 2,70 por ponto. Já com o LED a redução anual pode chegar a R$ 50,60 por ponto, uma economia de 90% frente à incandescente e 30% em relação à lâmpada eletrônica.

Mesmo com a conscientização sobre a economia de energia e o surgimento de tecnologias mais eficientes, 250 milhões de lâmpadas incandescentes ainda são consumidas anualmente no Brasil, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Iluminação (Abilux). Mas o LED está ficando mais acessível e se popularizando, tanto que a Abilux estima cerca de 500 mil unidades consumidas em 2012, o dobro do que foi adquirido no ano anterior. Segundo projeção da Lâmpadas Golden, cerca de 50% dos lares brasileiros usarão LED até 2017.

A duração do LED pode chegar até 14 anos (submetido a um uso de 6 horas por dia de forma constante e adequada), o que significa uma variação entre 25 e 30 mil horas, dependendo do modelo. Uma durabilidade cerca de três vezes maior que a lâmpada fluorescente compacta, que dura 8 mil horas, e é ainda mais expressiva quando comparada às 750h de vida média da incandescente.

Durante o tempo de vida mediana do LED, ou seja, ao longo de 14 anos, 42 lâmpadas incandescentes seriam trocadas. No mesmo período, estima-se que seria necessário substituir a fluorescentes cerca de 4 ou 5 vezes. "A quantidade de trocas também é influenciada pelas condições das instalações elétricas", salienta o consultor de produtos da Lâmpadas Golden, Leandro de Barros.

ESTADO DE MINAS

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