domingo, 1 de dezembro de 2013

Enquanto isso em uma rua tranquila em Capelinha...



Por  Aléquison Gomes


Um dia, andando por um lugar muito tranquilo aqui em Capelinha, eu encontrei um velhinho sentado na calçada de uma rua bem longe de sua casa.

Esse senhorzinho tinha um aspecto pálido, um olhar cansado, a saúde frágil e estava com o rosto entre as mãos!

Conversamos. Ficou fácil ler as expressões de sua alma: sem sonhos, sem planos, sem forças para continuar, sem tempo para consertar coisas e sem entusiasmo para voltar pra casa. 

Um ser humano na reta final de sua corrida existencial! 

Fiquei pensando sobre a fragilidade da vida. O tempo vai passando rápido e impiedosamente levando um pedaço enorme da gente! E não tem como pausar esse processo.

Salomão, quando estava igualmente na velhice, escreveu alguns textos falando sobre as ilusões da vida. Em um deles, ele disse que quem fica esperando que os ventos mudem e que o tempo fique bom nunca plantará, nem colherá nada. 

Ou seja:

Não dá para ficar esperando o amor completo, o carro maravilhoso, a casa fenomenal, o trabalho excepcional e a vida perfeita para ser feliz.


O ideal é viver feliz com o que somos, fazendo com gratidão o que dá pra fazer e aproveitando com alegria o único dia que temos, o dia chamado HOJE!
 

No Caminho, te explico...

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