segunda-feira, 16 de junho de 2014

Pintar cabelo aumenta o risco de câncer

Tingir e fazer permanente em cabelo não é uma atividade que parece oferecer muito perigo à saúde, mas um estudo publicado recentemente no periódico Occupational and Environmental Medicine acaba de colocar em xeque essa sensação de segurança. A pesquisa desenvolvida na Universidade de Lund, na Suécia, encontrou concentrações mais altas de uma substância cancerígena no sangue de cabeleireiros. Segundo especialistas, os indícios são um motivo a mais para que as tinturas e outros produtos químicos usados em salões de beleza sejam investigados com mais atenção pelos cientistas.

Gabriella Johansson, principal autora do estudo, procurou, no sangue de cabeleireiros, indícios de aminas aromáticas carcinogênicas, compostos presentes nos produtos utilizados para tingir e fazer permanentes nas mechas e que já foram banidos da União Europeia. Pelo menos uma das substâncias do grupo, a ortotoluidina, está comprovadamente envolvida na expressão de câncer de bexiga, de mama e na leucemia.
UAI

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