terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Ladrão invade casa e é pego dormindo no quintal em Sete Lagoas

Homem comeu na cozinha, furtou objetos pessoais de um dos quartos e ainda separou outros equipamentos para levar, mas acabou caindo no sono. Segundo as vítimas, o suspeito foi liberado pela polícia
Moradores de uma casa no Bairro Canaã, em Sete Lagoas, na Região Central do estado, foram surpreendidos por um ladrão encontrado no quintal na manhã de segunda-feira. Depois de separar produtos do roubo e atacar a cozinha, o homem foi pego dormindo com um pote de sorvete e só acordou após a chegada da polícia.

A estudante Thatiane Almeida estava na casa do namorado quando o crime aconteceu. “A minha sogra nos acordou para avisar que havia um homem dormindo dentro da casa dela. A gente achou que fosse um mendigo”, explica. Segundo ela, o rapaz tentou acordar o homem, mas não conseguiu. Foi quando perceberam que ele estava com um pote de sorvete que havia acabado de tirar da geladeira.

Ele tinha comido muitas coisas da geladeira, deitou na rede, comeu na rede também. Fez tudo o que podia na cozinha. Aí, ele deixou separado num canto coisas maiores para levar, como um grill”, conta Thatiane. A suspeita é de que o homem tenha entrado por uma das janelas do primeiro andar. Ele também entrou em um dos quartos, que estava revirado.


O suspeito só acordou com a chegada da Polícia Militar (PM). Segundo Thatiane, o homem disse aos militares que entrou porque o portão do imóvel estava aberto. Dentro da mochila dele ainda foram encontradas roupas, tênis, máquina de barbear elétrica e um desodorante. O suspeito ainda estava usando as calças de um dos moradores da casa. Os policiais disseram que o homem é conhecido pela prática de roubos na região.


Ele foi encaminhado a uma delegacia e um boletim de ocorrência foi registrado, mas, apesar de ter sido detido em flagrante, foi liberado. De acordo com turismóloga Silvana Dettori, dona da casa, ela soube que o homem estava solto quando foi à delegacia para buscar os pertences levados. Questionados, os policiais justificaram o fato dizendo que as vítimas não haviam comparecido ao local para prestar queixa. No entanto, Silvana afirma que perguntou a um policial militar se ela precisava ir até a delegacia, e ele disse que não havia necessidade. O em.com.br entrou em contato com a assessoria de imprensa da Polícia Civil e aguarda resposta sobre o caso.
Estado de Minas 

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